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Exames e Serviços

Ecodopplercardiograma Fetal com mapeamento de fluxo em cores

Por que é tão importante fazer o exame
As cardiopatias congênitas possuem uma incidência em torno de 8 casos por 1.000 bebês nascidos vivos e constituem a terceira causa específica de mortalidade infantil no período neonatal. Algumas das cardiopatias congênitas mais graves requerem tratamento já nos primeiros dias de vida, sendo o diagnóstico precoce de fundamental importância para o sucesso do mesmo. Por isso é tão importante a realização da ecocardiografia fetal, pois havendo o diagnóstico intra-uterino de uma cardiopatia grave, haverá tempo suficiente para o bebê ser encaminhado a um centro especializado, antes que ocorram complicações, muitas vezes, fatais, decorrentes da doença.

A melhor época para fazer o exame
O período ideal para fazer o exame estende-se da 18ª a 28ª semana, quando o bebê está envolto por grande volume de líquido amniótico. Mas a ecocardiografia fetal pode ser realizada até o nascimento do bebê.

Atenção especial para os fatores de risco
Apesar de existirem as indicações formais para a realização deste exame, sabe-se que até 90% dos casos de cardiopatias congênitas ocorrem em gestações não consideradas de alto risco. Portanto, recomenda-se que o coração de todos os bebês seja avaliado pela ecocardiografia fetal.

Local do exame
A ecocardiografia fetal é realizada na CARDIOPRIME sob a responsabilidade da Dr.ª Juliana Spengler Abuchaim, cardiologista pediátrica. Na sala 308 do Centro Clínico do Hospital Santa Catarina, a CARDIOPRIME montou a Divisão de Cardiopediatria, um consultório especialmente criado para prevenir e tratar doenças cardíacas infantis.

Indicações fetais
• Anomalias cromossômicas
• Hidropisia fetal
• Translucência nucal aumentada
• Crescimento intra-uterino retardado
• Poli ou oligodrâmnio
• Arritmias cardíacas
• Mau formação extracardíaca
• Suspeita de má formação cardíaca em ecografia obstétrica

Indicações maternas
• Infecções
• Doenças metabólicas (destacando-se diabetes)
• Colagenoses (destacando-se lupus)
• Exposição materna a teratógenos cardíacos (incluindo álcool)
• Mãe portadora de cardiopatia congênita (o risco pode chegar a 12%)
• Idade materna avançada

Indicações familiares
• História familiar de doenças genéticas
• Pai portador de cardiopatia congênita
• Cardiopatia congênita em um filho ou gestação anterior
• Morte perinatal de causa desconhecida em gestação anterior

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